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EDUCAÇÃO: ESTUDO REVELA QUE IDANHA-A-NOVA E PENAMACOR TÊM MAIS CHUMBOS QUE MÉDIA NACIONAL

Escrito por RCM/Lusa em 2017-05-23 09:16:47

EDUCAÇÃO: ESTUDO REVELA QUE IDANHA-A-NOVA E PENAMACOR TÊM MAIS CHUMBOS QUE MÉDIA NACIONAL

O insucesso escolar no 1.º ciclo do ensino básico atinge cerca de dois terços (61,5 por cento) dos concelhos portugueses e 14 por cento das 3.886 escolas públicas deste nível, segundo um estudo sobre retenção no 1.º ciclo em Portugal, da associação EPIS.

Um total de 541 escolas públicas do 1.º ciclo de um total de 3.886 têm níveis de repetência superiores à média nacional, em todos os anos de escolaridade.

O estudo da associação Empresário pela Inclusão Social(EPIS) foi realizado por Maria de Lurdes Rodrigues (coordenação), Isabel Alçada, João Mata e Teresa Calçada e será apresentado hoje em Lisboa, na Fundação Calouste Gulbenkian.

 

Este projecto de investigação denominado “Aprender a ler e escrever em Portugal” tem como principal objectivo aprofundar o conhecimento sobre o problema do insucesso escolar nos primeiros anos de escolaridade.

Uma das questões era perceber qual a incidência geográfica, social e organizacional do fenómeno do insucesso escolar nos primeiros anos de escolaridade, tendo sido identificadas 541 escolas com níveis de repetência superiores à média nacional, em todos os anos de escolaridade. Foram classificadas como “escolas do insucesso”.

Segundo os autores, a análise de dados estatísticos permitiu verificar que o insucesso não atinge de forma idêntica todas as escolas do país, não é um fenómeno disseminado, antes circunscrito, que se manifesta de forma desigual no território nacional, parecendo ser tributário das desigualdades territoriais e sociais que caracterizam a sociedade portuguesa.

Na verdade não se regista o fenómeno da repetência em mais de 900 escolas do primeiro ciclo e cerca de quatro em cada 10 concelhos (38,5%) não têm estabelecimentos de ensino com elevado insucesso escolar.

No entanto, o problema ocorre em cerca de dois terços (61,5%) das unidades concelhias de Portugal continental.

Um total de 107 concelhos não têm escolas de insucesso e 171 vive essa realidade, mas uma análise mais aprofundada revelou que há uma concentração deste insucesso em determinados concelhos.

Seis em cada dez escolas estão em 40 concelhos ou seja quase dois terços das escolas com elevada retenção e desistência situam-se em 14,4 por cento do território nacional, com maior incidência no sul e menor incidência e circunscrição nos concelhos do norte.

A título de exemplo o estudo revela que Lisboa tem 39 das 541 escolas de insucesso que representam 42 por cento do total das suas escolas e que o Porto tem 10 escolas de insucesso que representam 20 por cento do seu parque escolar.

Ainda segundo o estudo há também uma incidência e disseminação mais forte em concelhos do interior e de reduzida dimensão tanto no Sul como no Norte e Centro do país.

Em Elvas, Beja, Silves, Crato, Serpa, Sines, Moura e Castro Marim, concelhos de interior, com baixa densidade populacional, a maioria das escolas destes concelhos são de insucesso.

No Norte e Centro destacam-se os concelhos de Mirandela, Idanha-a-Nova, Penamacor, Sabugal, Freixo de Espada à Cinta, Vila Velha de Rodão, Vila Flor, Seia e Bragança, concelhos em que a maioria das escolas são de insucesso.

O estudo identifica ainda incidência e disseminação mais forte em alguns concelhos da periferia da cidade de Lisboa nomeadamente em Loures (45 por cento das escolas com insucesso), Amadora (37 por cento), Almada (37 por cento), Setúbal (27 por cento), o que contratas com menor incidência noutros como Vila Franca de Xira (23 por cento), Oeiras (24 por cento), Odivelas (20 por cento), Cascais (17 por cento) e Sintra (16 por cento).

O problema do insucesso no segundo ano de escolaridade, revela a investigação, assume proporções mais dramáticas em escolas do interior do país e da periferia da cidade de Lisboa e é tributário de desigualdades territoriais que as escolas não conseguem contrariar.

São assim escolas expostas e vulneráveis às desigualdades dos contextos territorial e social em que se inserem.

Dentro dos concelhos, sobretudo os de maior dimensão, o problema do insucesso escolas localiza-se apenas em determinadas escolas, em regra, as que prestam serviço educativo em territórios com problemas críticos.

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A MORTE DAS RÁDIOS LOCAIS

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Escrito por LUSA em 2017-09-25 12:05:59

A MORTE DAS RÁDIOS LOCAIS

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, está pessimista e "muito preocupado com o panorama do jornalismo em Portugal" e aconselhou cuidado numa eventual intervenção do Estado a apoiar os 'media' em crise.   O debate era sobre o futuro do jornalismo, e decorreu no passado sábado, nos jardins do Palácio de Belém, em Lisboa, numa conversa entre jornalistas, Clara Ferreira Alves, Isabel Lucas e Paulo Moura, moderada por outro jornalista, Carlos Vaz Marques.   Sentado na quinta fila, entre a assistência, Marcelo Rebelou de Sousa pediu a palavra para fazer uma intervenção em que alertou para os muitos riscos que o jornalismo atravessa, seja por culpa das novas tecnologias, da crise económica ou das transferências para estrangeiros de empresas portuguesas.   Assistiu-se, enumerou, à "multiplicação" e "à morte das rádios locais", as que não se associaram "em cadeias", à crise da imprensa não diária, à da imprensa diária e, mais recente, à das televisões.   A última crise económica, admitiu, "teve efeitos devastadores", o negócio no ‘online’ nem a TV por cabo, por exemplo, compensou as perdas nos media tradicionais.   Marcelo Rebelo de Sousa apontou uma dificuldade para Portugal, que não dispõe de muitas fundações, ou mecenas, que apoiem o jornalismo.   E recordou a precarização, os baixos ordenados e perda de condições e meios dos jornalistas e das redacções ao longo dos últimos anos.   Chegados aqui, disse o Presidente, "a situação é crítica", em que se chega a admitir, como aconteceu durante o debate, com Clara Ferreira Alves e Paulo Moura, que o Estado tenha um papel de apoio à comunicação social em crise.   Pode chegar-se a "situações que não são boas para a democracia", face à "degradação ou esvaziamento do papel do jornalismo", alertou.   Em primeiro lugar, devem ser os jornalistas a tentar dar respostas ao problema, mas depois "há uma responsabilidade pública, do poder político, em si mesmo".   Uma responsabilidade que, acrescentou, pode ser feita "com todas as precauções". "Porque quando o poder político é chamado a intervir não resiste a intervir com uma mão pesada. E a pretexto de salvar a liberdade, pode não o fazer", afirmou, entre sorrisos, embora tenha dado o bom exemplo da RTP, em que o Estado está presente "respeitando o pluralismo e a liberdade de informação".   Em todo este processo de crise, a transferência para mãos estrangeiras de empresas portuguesas, sejam ou não de comunicação social, também tem as suas implicações. Implicações que, exemplificou, chegam à comunicação social "pela via publicitária ou pela via da influência nos operadores ou por influência da disputa da propriedade da comunicação social".   O problema é mais vasto, deve implicar o empenhamento dos jornalistas e da sociedade em geral e Marcelo Rebelo de Sousa expressa algum pessimismo.   "Temo que, a não generalizar-se o debate e a não ser levado a sério pelos jornalistas e pela sociedade como um todo, se chegue muito tarde", disse, e terminou a sua intervenção com a frase "era só isto que eu queria dizer".   LUSA  

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Escrito por RCM em 2017-09-21 11:33:06

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FESTIVAL DOS CAMINHOS DA TRANSUMÂNCIA ANIMA ALPEDRINHA

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Escrito por LUSA em 2017-09-14 15:54:05

FESTIVAL DOS CAMINHOS DA TRANSUMÂNCIA ANIMA ALPEDRINHA

A vila de Alpedrinha, no concelho do Fundão, recebe de sexta-feira a domingo mais uma edição do Chocalhos - Festival dos Caminhos da Transumância, que mantém a aposta na diferenciação e qualidade. "Queremos passar do tempo em que se falava essencialmente no elevado número de participantes para um tempo em que o destaque se prende com a qualidade, a fruição e o grau de satisfação que os visitantes podem tirar da variadíssima oferta que se lhes apresenta", referiu, em declarações à agência Lusa, o presidente da Câmara Municipal do Fundão, Paulo Fernandes. Organizado em parceria pela autarquia e pela Junta de Freguesia de Alpedrinha, este festival dedica grande atenção à temática da pastorícia e à rota que, outrora, os pastores tinham de fazer para procurarem novas pastagens para os rebanhos. Uma tradição que todos os anos é recriada neste festival, com a realização de uma caminha acompanhada por um rebanho e na qual se faz a ligação entre o Fundão e Alpedrinha, percorrendo um trilho da Serra da Gardunha, que este ano foi dizimada por um violento incêndio.

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CAPELA EM IDANHA-A-NOVA COM FORMATO DE TENDA ISPIRADA NO LENÇO ESCUTISTA

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Escrito por MadreMedia / Lusa em 2017-09-12 13:45:25

CAPELA EM IDANHA-A-NOVA COM FORMATO DE TENDA ISPIRADA NO LENÇO ESCUTISTA

Os arquitectos e antigos escuteiros Pedro Ferreira e Helena Vieira são os autores do projecto da nova capela construída no Campo Nacional de Actividades Escutistas (CNAE), no Monte Trigo, em Idanha-a-Nova. "Para além do formato de tenda, as formas apontam também para o próprio lenço escutista e o modo como este assenta no pescoço", explica, em comunicado, Helena Vieira. A arquitecta realça ainda os sentimentos potenciados pelo lugar: "A protecção, o encontro, o silêncio perante a paisagem, tudo é espectacular perante este sistema de vistas tão interessante". O projecto pretende valorizar o ambiente intimista do local, aliado ao espírito escutista de comunhão com a natureza, sendo que a nova capela encontra-se no Campo Nacional de Actividades Escutistas (CNAE) em Idanha-a-Nova e teve a sua cerimónia de dedicação durante o 23.º acampamento nacional de escuteiros (ACANAC). Este novo templo, dedicado a Nossa Senhora de Fátima, assenta numa estrutura de madeira, símbolo também das construções dos escuteiros, protegida apenas por um revestimento em zinco escuro.

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FESTIVAL DE TEATRO AJIDANHA ATÉ 17 DE SETEMBRO NO CONCELHO DE IDANHA-A-NOVA

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Escrito por RCM em 2017-09-12 13:43:53

FESTIVAL DE TEATRO AJIDANHA ATÉ 17 DE SETEMBRO NO CONCELHO DE IDANHA-A-NOVA

Idanha-a-Nova recebe até 17 de setembro mais uma edição do Festival de Teatro Ajidanha. Aproximar a cultura do público continua a ser a aposta deste festival, com a realização de espectáculos em palcos espalhados por Idanha-a-Nova, nomeadamente na sede de concelho, em Medelim, na Aldeia de Santa Margarida, em São Miguel D’Acha e no Ladoeiro. Serão apresentadas nove peças de sete companhias oriundas da Madeira, Esposende, Esmoriz, Lagos, Pombal, da Galiza e de Lanzarote. Destaque ainda para o concerto musical de abertura e para a exibição do filme “O Canto do Galo”, do realizador Ramón de los Santos. A segunda semana do festival prossegue com "O Anexo" (Ajidanha) dia 11 em Idanha-a-Nova; "Até ao Canto do Galo" (filme de Ramón de los Santos) dia 12 em Idanha-a-Nova; "La Novia de D. Quixote" (EME2) dia 13 em Idanha-a-Nova; "Posta de Leitão" (stand-up comedy) dia 14 na Aldeia de Santa Margarida; "Gaviotas Subterraneas" (Comik Teatro) dia 15 em Idanha-a-Nova; "As Minhas Sogras" (Teatro Renascer de Esmoriz) dia 16 no Ladoeiro; e "O Lobo Vermelho" (Teatro Experimental de Lagos) dia 17 em São Miguel D'Acha. O Festival de Teatro da Ajidanha é uma organização conjunta da Ajidanha e da Câmara Municipal de Idanha-a-Nova, com o apoio das freguesias que recebem os espectáculos. O programa completo está disponível na internet em: www.ajidanha.com.

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