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FESTIVAL DE ARTE URBANA REGRESSA À COVILHÃ EM JUNHO

Escrito por RCM/Lusa em 2017-05-25 14:53:25

FESTIVAL DE ARTE URBANA REGRESSA À COVILHÃ EM JUNHO

O WOOL - Covilhã Arte Urbana regressa em junho às ruas daquela cidade, após um ano de paragem imposto pela falta de apoios financeiros, anunciou hoje a organização deste festival, que voltará a contar com artistas internacionais.

"Após o interregno de um ano, o centro histórico da cidade será novamente o palco de actuação dos artistas Bosoletti (Argentina), DOA OA (Espanha), Halfstudio e Third (Portugal), que nos brindarão com trabalhos onde as temáticas e inspirações se prenderão com o todo que compõe o território histórico, social, arquitectónico, cultural e/ou natural único desta região, sendo precisamente esta uma das consequências e características de diferenciação este evento", refere a organização em nota de imprensa enviada hoje à agência Lusa.

Segundo a informação, esta quarta edição decorrerá entre os dias 03 e 11 de junho e terá uma sessão adicional no dia 17 de junho.

Lembrando que a acção dos artistas poderá ser acompanhada diariamente pela população, a nota também adianta que, além da já habitual intervenção em paredes, esta edição do WOOL também vai contar com um conjunto de ações que visam dar "nova vida ao centro histórico da cidade", bem como "complementar e potenciar o elo de ligação entre o público, as obras e os artistas participantes".

Entre as várias actividades está a realização de duas exposições (WOOL Pieces e WOOL Meets Roubaix), que pretendem apresentar respectivamente o trabalho dos artistas presentes nesta e nas anteriores edições e ainda a primeira fase do projecto a ser desenvolvido em parceria com o espaço criativo Le Non Lieu, em Roubaix (cidade geminada da Covilhã, em França).

Do programa constam também as habituais visitas guiadas que permitem dar a conhecer o projecto, os artistas e as obras em pormenor, além da actividade "conversas com os artistas", na qual os artistas se apresentam à comunidade e abrem espaço ao diálogo.

Destaque ainda para o Lata 65, uma oficina de arte urbana para idosos, que "curiosamente se realiza pela primeira vez na cidade que inspirou a sua criação".

A projecção do filme de Jérôme Thomas, "Sky's the Limit", já premiado um pouco por toda a Europa e que integra filmagens da edição 2015 do WOOL, recolhidas pelo realizador local Tiago Pinheira está programada para o dia 06 de junho, às 21:30, na Tentadora.

Para encerrar a primeira semana, no dia 10 de junho, às 21:30, o New Hand Lab, uma antiga fábrica hoje transformada em espaço criativo e multidisciplinar, recebe um concerto de Noiserv, cuja primeira será assegurada por uma banda residente, o Coletivo Profound Whatever, que irá musicar excertos do filme "El Topo" do Alejandro Jodorowsky".

A organização refere ainda que a concretização desta edição é "só possível graças a um conjunto de parceiros e apoios nacionais e internacionais", entre os quais destaca o financiamento da Câmara Municipal da Covilhã, que o ano passado não concedeu qualquer apoio ao festival, ao qual se junta o patrocínio do Puralã - Wool Valley Hotel & Spa e das tintas CIN.

O WOOL realizou-se em 2011, 2014 e 2015, edições em que foram intervencionadas várias paredes da zona histórica da cidade, criando-se um circuito de arte urbana em que se encontram obras de artistas como Vhils, Bordalo II, BTOY, Pantónio e Samina, entre outros.

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A MORTE DAS RÁDIOS LOCAIS

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Escrito por LUSA em 2017-09-25 12:05:59

A MORTE DAS RÁDIOS LOCAIS

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, está pessimista e "muito preocupado com o panorama do jornalismo em Portugal" e aconselhou cuidado numa eventual intervenção do Estado a apoiar os 'media' em crise.   O debate era sobre o futuro do jornalismo, e decorreu no passado sábado, nos jardins do Palácio de Belém, em Lisboa, numa conversa entre jornalistas, Clara Ferreira Alves, Isabel Lucas e Paulo Moura, moderada por outro jornalista, Carlos Vaz Marques.   Sentado na quinta fila, entre a assistência, Marcelo Rebelou de Sousa pediu a palavra para fazer uma intervenção em que alertou para os muitos riscos que o jornalismo atravessa, seja por culpa das novas tecnologias, da crise económica ou das transferências para estrangeiros de empresas portuguesas.   Assistiu-se, enumerou, à "multiplicação" e "à morte das rádios locais", as que não se associaram "em cadeias", à crise da imprensa não diária, à da imprensa diária e, mais recente, à das televisões.   A última crise económica, admitiu, "teve efeitos devastadores", o negócio no ‘online’ nem a TV por cabo, por exemplo, compensou as perdas nos media tradicionais.   Marcelo Rebelo de Sousa apontou uma dificuldade para Portugal, que não dispõe de muitas fundações, ou mecenas, que apoiem o jornalismo.   E recordou a precarização, os baixos ordenados e perda de condições e meios dos jornalistas e das redacções ao longo dos últimos anos.   Chegados aqui, disse o Presidente, "a situação é crítica", em que se chega a admitir, como aconteceu durante o debate, com Clara Ferreira Alves e Paulo Moura, que o Estado tenha um papel de apoio à comunicação social em crise.   Pode chegar-se a "situações que não são boas para a democracia", face à "degradação ou esvaziamento do papel do jornalismo", alertou.   Em primeiro lugar, devem ser os jornalistas a tentar dar respostas ao problema, mas depois "há uma responsabilidade pública, do poder político, em si mesmo".   Uma responsabilidade que, acrescentou, pode ser feita "com todas as precauções". "Porque quando o poder político é chamado a intervir não resiste a intervir com uma mão pesada. E a pretexto de salvar a liberdade, pode não o fazer", afirmou, entre sorrisos, embora tenha dado o bom exemplo da RTP, em que o Estado está presente "respeitando o pluralismo e a liberdade de informação".   Em todo este processo de crise, a transferência para mãos estrangeiras de empresas portuguesas, sejam ou não de comunicação social, também tem as suas implicações. Implicações que, exemplificou, chegam à comunicação social "pela via publicitária ou pela via da influência nos operadores ou por influência da disputa da propriedade da comunicação social".   O problema é mais vasto, deve implicar o empenhamento dos jornalistas e da sociedade em geral e Marcelo Rebelo de Sousa expressa algum pessimismo.   "Temo que, a não generalizar-se o debate e a não ser levado a sério pelos jornalistas e pela sociedade como um todo, se chegue muito tarde", disse, e terminou a sua intervenção com a frase "era só isto que eu queria dizer".   LUSA  

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Escrito por RCM em 2017-09-21 11:33:06

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FESTIVAL DOS CAMINHOS DA TRANSUMÂNCIA ANIMA ALPEDRINHA

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Escrito por LUSA em 2017-09-14 15:54:05

FESTIVAL DOS CAMINHOS DA TRANSUMÂNCIA ANIMA ALPEDRINHA

A vila de Alpedrinha, no concelho do Fundão, recebe de sexta-feira a domingo mais uma edição do Chocalhos - Festival dos Caminhos da Transumância, que mantém a aposta na diferenciação e qualidade. "Queremos passar do tempo em que se falava essencialmente no elevado número de participantes para um tempo em que o destaque se prende com a qualidade, a fruição e o grau de satisfação que os visitantes podem tirar da variadíssima oferta que se lhes apresenta", referiu, em declarações à agência Lusa, o presidente da Câmara Municipal do Fundão, Paulo Fernandes. Organizado em parceria pela autarquia e pela Junta de Freguesia de Alpedrinha, este festival dedica grande atenção à temática da pastorícia e à rota que, outrora, os pastores tinham de fazer para procurarem novas pastagens para os rebanhos. Uma tradição que todos os anos é recriada neste festival, com a realização de uma caminha acompanhada por um rebanho e na qual se faz a ligação entre o Fundão e Alpedrinha, percorrendo um trilho da Serra da Gardunha, que este ano foi dizimada por um violento incêndio.

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CAPELA EM IDANHA-A-NOVA COM FORMATO DE TENDA ISPIRADA NO LENÇO ESCUTISTA

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Escrito por MadreMedia / Lusa em 2017-09-12 13:45:25

CAPELA EM IDANHA-A-NOVA COM FORMATO DE TENDA ISPIRADA NO LENÇO ESCUTISTA

Os arquitectos e antigos escuteiros Pedro Ferreira e Helena Vieira são os autores do projecto da nova capela construída no Campo Nacional de Actividades Escutistas (CNAE), no Monte Trigo, em Idanha-a-Nova. "Para além do formato de tenda, as formas apontam também para o próprio lenço escutista e o modo como este assenta no pescoço", explica, em comunicado, Helena Vieira. A arquitecta realça ainda os sentimentos potenciados pelo lugar: "A protecção, o encontro, o silêncio perante a paisagem, tudo é espectacular perante este sistema de vistas tão interessante". O projecto pretende valorizar o ambiente intimista do local, aliado ao espírito escutista de comunhão com a natureza, sendo que a nova capela encontra-se no Campo Nacional de Actividades Escutistas (CNAE) em Idanha-a-Nova e teve a sua cerimónia de dedicação durante o 23.º acampamento nacional de escuteiros (ACANAC). Este novo templo, dedicado a Nossa Senhora de Fátima, assenta numa estrutura de madeira, símbolo também das construções dos escuteiros, protegida apenas por um revestimento em zinco escuro.

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FESTIVAL DE TEATRO AJIDANHA ATÉ 17 DE SETEMBRO NO CONCELHO DE IDANHA-A-NOVA

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Escrito por RCM em 2017-09-12 13:43:53

FESTIVAL DE TEATRO AJIDANHA ATÉ 17 DE SETEMBRO NO CONCELHO DE IDANHA-A-NOVA

Idanha-a-Nova recebe até 17 de setembro mais uma edição do Festival de Teatro Ajidanha. Aproximar a cultura do público continua a ser a aposta deste festival, com a realização de espectáculos em palcos espalhados por Idanha-a-Nova, nomeadamente na sede de concelho, em Medelim, na Aldeia de Santa Margarida, em São Miguel D’Acha e no Ladoeiro. Serão apresentadas nove peças de sete companhias oriundas da Madeira, Esposende, Esmoriz, Lagos, Pombal, da Galiza e de Lanzarote. Destaque ainda para o concerto musical de abertura e para a exibição do filme “O Canto do Galo”, do realizador Ramón de los Santos. A segunda semana do festival prossegue com "O Anexo" (Ajidanha) dia 11 em Idanha-a-Nova; "Até ao Canto do Galo" (filme de Ramón de los Santos) dia 12 em Idanha-a-Nova; "La Novia de D. Quixote" (EME2) dia 13 em Idanha-a-Nova; "Posta de Leitão" (stand-up comedy) dia 14 na Aldeia de Santa Margarida; "Gaviotas Subterraneas" (Comik Teatro) dia 15 em Idanha-a-Nova; "As Minhas Sogras" (Teatro Renascer de Esmoriz) dia 16 no Ladoeiro; e "O Lobo Vermelho" (Teatro Experimental de Lagos) dia 17 em São Miguel D'Acha. O Festival de Teatro da Ajidanha é uma organização conjunta da Ajidanha e da Câmara Municipal de Idanha-a-Nova, com o apoio das freguesias que recebem os espectáculos. O programa completo está disponível na internet em: www.ajidanha.com.

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