Historial das Adufeiras


Adufeiras de Monsanto em actuação no Centro Cultural Raiano, em Idanha-a-Nova (1998)

Maria Amélia Fonseca - Coordenadora das Adufeiras de Monsanto (1995) 
As Adufeiras de Monsanto – “Aldeia Mais Portuguesa de Portugal” – são um grupo de raízes populares, que têm por objectivo preservar e divulgar o riquíssimo património tradicional de Monsanto, através dos seus trajes, cantares e tocares do típico Adufe, instrumento de origem Árabe.

Têm recolhido sucessos em inúmeras actuações de norte a sul do País e no estrangeiro. A sua internacionalização registou-se aquando da participação no XII Festival Internacional de Folclore da Jugoslávia (Zagreb), em 1977, integradas no Rancho Folclórico da Casa do Povo de Monsanto.

Em 1995 colaboraram na edição de um CD, patrocinado pelo Institut International for Traditional Music (IITM-Berlin). Em 1998 participaram no primeiro CD da série “Vozes do Mundo”, produzido pela Cité de La Musique e Edições Actes Sud, de Paris. São membros da Organizacion Internacional del Art Popular (IOV-UNESCO).

Actuaram no Teatro Gil Vicente, em Coimbra e Famalicão da Serra, em 1997; Alte e Almeida, em 1998; Viana do Castelo e Soalheira, em 1999; Avanca, Constância; Torre de Belém, Parque das Nações e Palácio das Mónicas (em Lisboa), Matosinhos e Monsanto, em 2000; Benquerença, Covilhã, V.V.Rodão, Castelo Branco, Lisboa , Almada , Loures e Coriscada, em 2001; V.N. de Famalicão, Peña Parda (Espanha) e Almada em 2002; Castelo Branco, Espectáculo “Mátria”de José Salgueiro, em Coimbra, em 2003; FITUR (Madrid), Portalegre , Mangualde , Idanha-a-Nova e "Gala do 12.º aniversário da SIC" no Pavilhão Atlântico, em Lisboa, em 2004.

Por indicação  expressa da Madrinha do Grupo, a Etnomusicóloga, Dr.ª Salwa Castelo Branco, da Universidade Nova de Lisboa, integraram o elenco do espectáculo de Ricardo Pais, “Raízes Rurais, Paixões Urbanas”, no Teatro Nacional S. João, do Porto; na Grande Salle da Cité da la Musique, em Paris (França); no Teatro Nacional da Trindade, em Lisboa, em 1997; no Teatro Nacional S. João, do Porto e no Teatro Viriato, em Viseu, em 1999; 

Adufeiras de Monsanto no Festival da Primavera a convite do Centro Cultural de Belém (2000)

Adufeiras de Monsanto no Festival Internacional das Mulheres em Hamburgo (1999) 
Participaram no concerto, no Centro Cultural Raiano (Idanha-a-Nova), com Maria João e Mário Laginha, em 1998; Cine Teatro da Covilhã, em 2000. Concerto com Maria João Pires, no Centro para o Estudo das Artes em Belgais, em 2001.

Actuaram na EXPO 98, em seis espectáculos; Participaram na produção de José Salgueiro, “O Adufe” em: Lisboa (Expo 98, Grande Auditório do Centro Cultural de Belém e Aula Magna), Porto (Palácio Cristal e Coliseu), Castelo Branco, Faro, Viseu, Aveiro, Guimarães, Loures, Évora, Torres Novas, Monsaraz, Sines, Palmela, Setúbal, Leça do Balio e Cacém em 1998, 1999 e 2000; EXPO 2000 em Hannover (Alemanha); Tilburg (Holanda), Santa Maria da Feira, Marinha Grande, Vila Real de Santo António e Montemor-o-Novo, em 2001.

Adufeiras de Monsanto, na EXPO98, com a Banda de José Salgueiro (1998)

Adufeiras de Monsanto numa pintura do Mestre Zé Penicheiro (1995) 
Participaram no VII Festival de Cultura Portuguesa na Alemanha, Hamburgo; no Festival Internacional das Mulheres, em Hamburgo, com Maria João e Mário Laginha, em 1999;

Participaram no espectáculo “Parque Maior”, acompanhadas pela Orquestra dirigida pelo Maestro José Marinho, em 1999;

Participaram no CD “Chorinho Feliz” , de Maria João e Mário Laginha, com Gilberto Gil e Lenine, em 2000; No CD da Orquestra de José Marinho "Nova Harmonia", em 2001;

Ediitaram, em Janeiro de 2001, em estúdio Alemão, um CD com 15 temas do Cancioneiro Monsantino.

Em Julho de 2010 editaram o CD duplo "Monsanto, Memória e Tradição", com 37 temas da Etnografia Monsantina.

Concerto no Arquivo Distrital de Castelo Branco, Festival "Cores e Sabores", em Portalegre,  Encontro de Música e Tradição, em Évora, Festival de Música Tradicional de Odivelas, em 2005; Festival de Música "Raízes do Som" em Serpa, Festas da cidade de Évora, "Música aos Claustros" na Guarda, participação no "Projecto 3 Culturas", a convite da Câmara Municipal de Évora, com espectáculo no Centro Cultural Raiano, em Idanha-a-Nova, concerto "À Beira do Sul", com a Ronda dos Quatro Caminhos, em Évora, em 2006; Encontro de Música Tradicional da Vidigueira, com os Adiafa, "Noites de Verão", em Vendas Novas, concertos na Casa da Música, no Porto, Santiago de Compostela, Espanha e na Aula Magna, em Lisboa, com a Ronda dos Quatro Caminhos, participação especial no CD "Sulitânia", com a Ronda dos Quatro Caminhos, em 2007; Festas da cidade de Lisboa, com Lula Pena, no Castelo de São Jorge, concerto "Verão Cultural" em Tavira, Festival de Cultura Tradicional de Sesimbra, em 2008; concerto na vila do Redondo, com a Ronda dos Quatro Caminhos, Encontro de Tocadores, em Évora, participação especial no CD da artista Claud,  Encontro de Cantadores de Encomendação das Almas, na Faia, Guarda e actuações no Forum Cultural de Idanha-a-Nova, em 2009.

Colaboraram em vários programas de Rádio e da RTP1, RTP2, RTP Internacional, SIC , TVI  , TV GALIZA - Espanha e TV Alemã.

As Adufeiras de Monsanto têm merecido as melhores críticas da Imprensa e de Etnógrafos, pela afirmação genuína dos seus trajes, cantares e tocares do milenar Adufe, de origem Árabe.

Rancho Folclórico da Casa do Povo de Monsanto em Zagreb-Jugoslávia, sob a direcção do Professor Joaquim Fonseca e do ensaiador José Augusto Rocha (1977)

Festival Internacional da Jugoslávia, em Zagreb (1977) 
CONTACTOS: Rua dos Cebolinhos, 6 - 6060 - 091 MONSANTO IDN Tel: (+351) 277 314 415 / 418 - Fax: (+351) 277 314 254 - Tlm: (+351) 96 921 63 05

PARA SABER MAIS veja "RECORTES DE JORNAIS"

MONSANTINOS LEVAM À REUNIÃO DE CÂMARA O CASO DA DEMOLIÇÃO DE UM IMÓVEL SECULAR JUDAICO

Escrito por GAZETA DO INTERIOR / RCM em 2010-09-02 17:35:15

MONSANTINOS LEVAM À REUNIÃO DE CÂMARA O CASO DA DEMOLIÇÃO DE UM IMÓVEL SECULAR JUDAICO

Cerca de 20 populares da Freguesia de Monsanto marcaram presença na última reunião de Câmara de Idanha, que decorreu na sexta-feira, com o objectivo de pedir ao executivo que interviesse “de forma eficaz” no caso da demolição de uma casa secular judia, situada na rua principal da aldeia histórica. O tema já fez correr tinta nos jornais regionais, mas “como só vemos a situação a piorar, resolvemos vir cá expor o caso ao senhor presidente”. Os populares dizem mesmo ser um “atentado ao património". Por outro lado, os populares estão apreensivos por não terem informação de como a intervenção de reconstrução desta casa vai ser feita. Álvaro Rocha deu garantias de que a casas seria alvo de obras, feitas por obrigatoriedade da sua proprietária, a jornalista destacada em Estrasburgo, Fernanda Gabriel. Álvaro Rocha ouviu todas as críticas dos populares e garantiu que a Câmara contactou o Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico (IGESPAR) que enviou um relatório “das obras a efectuar pela proprietária que foi notificada”. Das obras constam a limpeza do entulho, a recolocação das paredes e a colocação do telhado. (Inês Monteiro - 1 de Setembro de 2010)+++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++ Através dum ADVOGADO DE LISBOA pretende-se intimidar a Rádio Clube de Monsanto, estação emissora da “Aldeia Mais Portuguesa”, por ter denunciado a destruição deste Património Secular Judaico em Monsanto, pertença da referida jornalista portuguesa colocada em Estrasburgo.   Citamos algumas das ameaças que já são do conhecimento público e que foram gentilmente transmitidas a Joaquim Fonseca, director da Rádio Clube de Monsanto:   “…cesse, com efeitos imediatos, com estas intervenções, nomeadamente que:   - retire do portal da Rádio Clube de Monsanto os dois comunicados que aí constam; - não volte a ler qualquer destes comunicados na antena da Rádio Clube de Monsanto; - não volte a criar notícias sobre estes factos (falsos) sob a forma de notícia do portal ou em antena; - não volte a difundir estes factos (falsos) por panfletos ou sob qualquer outra forma ou suporte, nomeadamente em blogs.   …seremos forçados a recorrer a Tribunal, tanto em sede de pedido de indemnização como, se for o caso, a nível criminal, pela prática do crime de difamação…”          

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MEL DO FUNDÃO JÁ TEM CERTIFICADO DE QUALIDADE

Escrito por RCM em 2010-09-01 13:17:24

MEL DO FUNDÃO JÁ TEM CERTIFICADO DE QUALIDADE

O processo de certificação teve início em Março de 2009 e foi atribuído em Agosto, tornando a Casa do Mel, sediada na freguesia de Bogas de Cima, concelho do Fundão, a única do género certificada. O processo garante e certifica a qualidade e o nível de segurança alimentar, no âmbito da própria extracção e embalamento do mel, que mantém as suas propriedades e qualidade única. Desta forma é valorizado o mel como produto devidamente certificado para poder entrar nos circuitos comerciais, sob marca própria. A Casa do Mel faz parte de uma rede de espaços temáticos denominada ‘Casas da Floresta’.

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MINISTRO DA AGRICULTURA DIZ QUE REFLORESTAÇÃO AVANÇA APÓS INTERVENÇÃO DE RECUPERAÇÃO DE SOLOS

Escrito por Terras da Beira / RCM em 2010-08-31 12:46:19

MINISTRO DA AGRICULTURA DIZ QUE REFLORESTAÇÃO AVANÇA APÓS INTERVENÇÃO DE RECUPERAÇÃO DE SOLOS

O ministro da Agricultura, António Serrano, admitiu esta semana que a reflorestação das áreas ardidas na Serra da Estrela só deverá ocorrer após a intervenção de recuperação de solos, apontando para Março de 2011.  «O fundamental agora, que temos que garantir, é a intervenção, nos terrenos, de emergência pós incêndios» através de medidas que «estão a ser programadas», disse o ministro aos jornalistas em Seia, onde iniciou uma visita às áreas ardidas naquela zona do distrito da Guarda. Segundo António Serrano, a Autoridade Florestal Nacional está a elaborar os relatórios da área ardida nos concelhos da região da Serra da Estrela tudo apontando para a destruição de mais de 4500 hectares de área.

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DESENRAÍZAM O HOMEM DO SEU PASSADO

Escrito por RCM / Isabel Cabral em 2010-08-27 17:52:35

DESENRAÍZAM O HOMEM DO SEU PASSADO

TODOS os DISCURSOS políticos dos partidos ABORDAM, ANO após ANO, na abertura da “saison” ou no fecho, em encontros programados ou avulsos, AS MESMAS questões comuns, embora VISTAS segundo as suas PARTICULARES DIOPTRIAS ...– saúde, justiça social, educação…            NINGUÉM FALA do HOMEM do FUTURO- o futuro DESENRAIZADO. NÃO APENAS porque nasce uma criança numa ambulância algures no anonimato de uma qualquer estrada - nasce-se ao Km “x” ou “y” e não numa aldeia, vila … NÃO APENAS porque FECHA uma ESCOLA, e um povoado do Portugal “PROFUNDO” se torna num TIJOLO mais para a CONSTRUÇÃO de um Portugal DESERTIFICADO, enquanto as SUAS CRIANÇAS se PERDEM na igualdade cinzenta da grande CIDADE… SIM porque está a ser DESTRUÍDO o nosso PATRIMÓNIO. Seguem-se, do norte ao sul do País, os atentados AUTORIZADOS ou CONSENTIDOS. Primeiro uma CASA, depois uma RUA, um SOLAR e a sua TORRE do século XIII, uma igreja, um convento... Em MONSANTO, a aldeia mais portuguesa de Portugal, DERRUBA-SE uma a casa judaica para pseudo recuperação do PATRIMÒNIO JUDAICO!!! Assim, ÀS CLARAS, sem alvará, NO SIMPLEX… DESAPARECEM as Associações de defesa do património. DESILUDIDAS, as VOZES dos cidadãos, GUARDIÃES das nossas REFERÊNCIAS culturais, das nossas MEMÓRIAS COMUNS, CALAM-SE, remetem-se ao SILÊNCIO. SEM ELES, os MESMOS de sempre - as instituições de interesses ou de ignorância – ENCARTADOS e AUTORIZADOS, INDIFERENTES à destruição dos nosso património histórico e cultural, destroem as nossas raízes e assim, DESENRAÍZAM o HOMEM DO SEU PASSADO, DESENRAÍZAM O HOMEM DO FUTURO ............................. RCM  / Isabel Veiga Cabral, em 27 de Agosto de 2010 ..................... PODE OUVIR O ÁUDIO NO DETALHE DESTA NOTÍCIA

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IDANHA-A-NOVA: CHEGOU AO FIM A EDIÇÂO DESTE ANO DO FESTIVAL BOOM

Escrito por RCM em 2010-08-26 14:57:57

IDANHA-A-NOVA: CHEGOU AO FIM A EDIÇÂO DESTE ANO DO FESTIVAL BOOM

Já terminou o festival Boom, em Idanha-a-Nova. Agora todos os caminhos apontam para o outro lado da Serra da Estrela, onde a festa vai continuar no parque de campismo de S. Gião, concelho de Oliveira do Hospital. A festa designada por “After Boom” é organizada pelos mesmos produtores do “Boom” e decorre junto ao rio Alva. A população da freguesia passa a ser dez vezes superior, uma vez que são esperados cerca de três mil pessoas em S. Gião, localidade que tem actualmente 300 habitantes. O Boom terminou mas a Câmara de Idanha-a-Nova diz estar disponível para continuar a acolher o festival. Álvaro Rocha sublinha que este é um evento que promove a região em todo o mundo e ajuda a economia local. Mas para a organização ainda é cedo para confirmar ou não a continuidade do Boom em Idanha-a-Nova.

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