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RCM na Sapo

Data: 2009-10-13

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CÂMARA RECORRE A PROVIDÊNCIA CAUTELAR PARA TENTAR TRAVAR ENCERRAMENTO DA ESCOLA DE MONSANTO

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Escrito por RCM/ Lusa em 2014-07-18 12:20:16

CÂMARA RECORRE A PROVIDÊNCIA CAUTELAR PARA TENTAR TRAVAR ENCERRAMENTO DA ESCOLA DE MONSANTO

A Câmara de Idanha-a-Nova entregou esta 5ª-feira no Tribunal de Castelo Branco uma providência cautelar para travar o encerramento do Complexo Escolar de Monsanto. "Tendo sido esgotado o diálogo que já tentámos com o Ministério da Educação e Ciência (MEC) e com a Direcção de Serviços da Região Centro da Direcção-Geral dos Estabelecimentos Escolares (DGEstE), só nos resta esta via jurídica para reivindicar os direitos de igualdade de tratamento desta escola comparativamente com outras no país", declarou o presidente do município. Armindo Jacinto explicou que um dos argumentos usados na providência cautelar entregue agora no Tribunal de Castelo Branco é o de que "há escolas no país com menos de 21 alunos que não vão ser encerradas". "Já estão matriculados 23 alunos e estamos convencidos de que entre o jardim-de-infância e o 1.º ciclo se ultrapasse as 30 crianças até ao início do ano" adiantou. O autarca sublinhou que "foi com grande surpresa” que viu aquela escola na listagem de instituições de ensino que encerram no ano lectivo 2014/2015.

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LADOEIRO RECEBE MAIS UMA EDIÇÃO DO FESTIVAL DA MELÂNCIA

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Escrito por RCM/ Lusa em 2014-07-18 12:06:57

LADOEIRO RECEBE MAIS UMA EDIÇÃO DO FESTIVAL DA MELÂNCIA

A freguesia de Ladoeiro, no concelho de Idanha-a-Nova, recebe este fim-de-semana o X Festival da Melancia. "Dedicado ao fruto mais fresco da época", como destaca uma informação da Câmara de Idanha, este festival engloba, como habitualmente, provas de sumo, compotas e outras iguarias de melancia, esculturas do mesmo fruto, uma feira de produtos regionais com dezenas de expositores, tasquinhas, restaurantes e jogos tradicionais. O certame conta ainda com variadas propostas de animação musical, cultural e infantil, contribuindo também para a dinamização da economia local e para a promoção dos produtos regionais. Como também já vai sendo habitual no decurso das organizações anteriores, a organização irá eleger a melancia mais pesada do festival e promover o VIII Concurso de Escultura em Melancia.

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AUTARCA DESAFIA ARQUITECTOS A APRESENTAREM PROJECTOS PARA MELHORAR ACESSO AO CASTELO DE MONSANTO

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Escrito por RCM/ Lusa em 2014-07-17 12:41:53

AUTARCA DESAFIA ARQUITECTOS A APRESENTAREM PROJECTOS PARA MELHORAR ACESSO AO CASTELO DE MONSANTO

A intervenção sobre o património pode ser um factor de criação de riqueza e emprego, "sempre que contribua para a sustentabilidade das populações que residem no território". A convicção é do presidente da Câmara de Idanha-a-Nova. No arranque da segunda edição do FRONTEIRAS, um seminário luso-espanhol de arquitectura, património e paisagem, que decorre até sábado em Idanha-a-Nova, Armindo Jacinto desafiou os participantes a apresentarem projectos para melhorar a mobilidade no acesso ao castelo de Monsanto e para preservar e valorizar "o riquíssimo património histórico-cultural de Idanha-a-Velha". Mais de 85 pessoas dos dois lados da fronteira, entre estudantes e profissionais de arquitectura, estão a participar neste encontro durante toda a semana, trabalhando as realidades das aldeias históricas de Idanha-a-Velha e Monsanto, no concelho de Idanha-a-Nova, e ainda de Alcântara, em Espanha.

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QUERCUS ALERTA PARA AMEAÇAS NA ÁREA DO PARQUE NATURAL DA SERRA DA ESTRELA

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Escrito por RCM/ Lusa em 2014-07-16 12:15:18

QUERCUS ALERTA PARA AMEAÇAS NA ÁREA DO PARQUE NATURAL DA SERRA DA ESTRELA

A associação ambientalista Quercus denunciou hoje que a pressão turística e a implementação de infra-estruturas "põem em causa" os valores naturais do Parque Natural da Serra da Estrela (PNSE), que comemora 38 anos. Em comunicado, a associação faz uma retrospectiva do que foi feito de positivo e negativo nesta área protegida e traça cenários com base na definição de ameaças e na identificação de oportunidades. A Quercus alerta que, ao longo dos anos, o PNSE tem vindo a ser afectado "por vários factores que degradam os ecossistemas e colocam em causa os objectivos propostos aquando da sua criação, sendo disso exemplo os impactes provocados pelas actividades humanas". Destaca "o aumento da pressão turística e urbanística" nas Penhas da Saúde e em Videmonte e "a implementação de infra-estruturas, como parques de campismo, redes viárias para acesso e estacionamento na Torre". Equipamentos turísticos na Torre, Lagoa Comprida e Penhas Douradas/Vale do Rossim, a instalação de parques eólicos e de linhas de transporte de energia e a extracção de inertes, são outras das ameaças detectadas.

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CÂMARA OBRIGADA PELO TRIBUNAL A DEMOLIR PISCINAS E CASAS

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Escrito por Jornal PÚBLICO em 2014-07-12 11:10:49

CÂMARA OBRIGADA PELO TRIBUNAL A DEMOLIR PISCINAS E CASAS

O Ministério Público (MP) mandou a Câmara de Tavira proceder à demolição das casas e piscinas que o ex-autarca Macário Correia licenciou em zonas de Reserva Ecológica Nacional (REN), violando regulamentos de urbanismo e ordenamento do território. “O município não pode de deixar de cumprir uma ordem do Tribunal”, declarou ao PÚBLICO o actual presidente da Câmara, Jorge Botelho. Mas vai tentar ganhar tempo. Com base num parecer da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) sobre a REN, vai procurar que o Tribunal Administrativo e Fiscal de Loulé, que emitiu a ordem, considere sem efeito prático a sentença transitada em julgado. A ameaça do camartelo recai sobre quatro edificações – duas piscinas, uma casa de habitação unifamiliar e um armazém agrícola. As irregularidades urbanísticas, cometidas por Macário Correia quando estava à frente da câmara de Tavira, levaram o Supremo Tribunal Administrativo (STA) a decretar a perda de mandato quando presidia à câmara de Faro. Chegaram a Tribunal sete casos, mas alguns dos projectos não se concretizaram pelo facto dos processos terem caducado, não tendo as obras tido lugar. No que diz respeito ao cumprimento da sentença do Tribunal Administrativo e Fiscal de Loulé, a câmara tem prazos que variam entre os 60 e os 90 dias para proceder às demolições. Entretanto, já houve pelo menos a venda de um prédio depois do município ter sido notificado para derrubar as construções    

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