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CASTELO BRANCO: MOCHOS, ÁGUIAS E ESQUILOS ENTRE OS 120 ANIMAIS RESGATADOS APÓS INCÊNDIO DE PEDROGÃO

Escrito por Renascença/ RCM em 2017-08-04 15:51:21

CASTELO BRANCO: MOCHOS, ÁGUIAS E ESQUILOS ENTRE OS 120 ANIMAIS RESGATADOS APÓS INCÊNDIO DE PEDROGÃO

Mochos águias e esquilos estão a recuperar no hospital para animais selvagens, em Castelo Branco, depois de terem sido resgatados após o incêndio de Pedrogão Grande.

Há umas semanas a equipa do Centro de Estudos e Recuperação de Animais Selvagens (CERAS), em Castelo Branco, foi surpreendida pela chegada de um pássaro que raramente se aproxima das pessoas. Um alcaravão, normalmente “muito tímido”, e difícil de encontrar na natureza. Vinha “directamente de uma zona de incêndio” em Pedrógão Grande e parecia “desnorteado”, “desidratado” e “magro”. Depois de algum tempo em tratamento, recuperou e foi libertado.

Como este alcaravão, mais de uma centena de animais chegou ao CERAS. “Desde o dia em que se deu o grande incêndio de Pedrógão, entraram 120 animais. Este é um número completamente anormal para a época do ano em que estamos”. Foi assim que Ana Filipa Lopes, responsável clínica do CERAS, começou por descrever à Renascença a situação que se vive actualmente no Centro.

Neste momento, estão internados 53 animais. Mas, no final de Junho, chegaram a estar cerca de “100 em recuperação”, destaca a médica veterinária, acrescentando que a média habitual para esta época é de 30 a 40 internados.

A responsável clínica acredita que, na maioria dos casos, há uma relação com os incêndios que deflagraram na região desde meados de Junho. No entanto, a profissional afirma que não é possível dar garantias sem um estudo “mais a fundo”.

“Estão muitos a entrar desidratados e mal nutridos, sem outra alteração. São, portanto, animais que não estão a conseguir ter alimento suficiente na natureza”, explica.

Quanto às espécies, a variedade é grande: “Neste momento temos uma águia imperial ibérica em recuperação. Temos também uma abetarda [ave de pernas altas]”, descreve Ana Filipa Lopes.

Para além destes animais, têm chegado ao centro andorinhas, mochos galegos, cegonhas, esquilos, abutres, entre outros.

Dos 120 animais resgatados nas últimas semanas, muitos já foram devolvidos à natureza. Contudo, outros não resistiram e acabaram por morrer no internamento.

O Centro de Estudos e Recuperação de Animais Selvagens é uma estrutura da Quercus e tem como missão a “recepção de animais selvagens debilitados, sua recuperação e devolução ao meio natural”, lê-se no site da associação.

A grande maioria dos animais chega ao CERAS através do Serviço de Equipa de Protecção da Natureza e do Ambiente (SEPNA), da GNR.

No entanto, a médica veterinária conta que há muitas pessoas que, nas últimas semanas, têm estado a entregar os animais pessoalmente, “por perceberem que neste momento as equipas do ambiente da GNR estão muito ocupadas, no combate aos incêndios”.

No CERAS, o tratamento passa por dar medicação, fazer análises, alimentar ou recorrer a intervenções mais profundas, consoante cada caso.

Uma vez recuperados, os animais são libertados na natureza novamente.

Quem quiser pode contribuir para a recuperação dos animais resgatados, através do apadrinhamento – apoio financeiro para o tratamento de um animal – ou de voluntariado – realização de tarefas no centro.

O CERAS tem reforçado as campanhas de apelo à participação nestes programas de apoio e, desde Junho, o número de pessoas a oferecer-se para ajudar tem aumentado significativamente.

“Recebemos muitos pedidos de voluntariado e estamos com vários voluntários a ajudar-nos”, diz Ana Filipa Lopes. Neste momento, colaboram com o Centro, pelo menos, dez voluntários.

Também os pedidos de apadrinhamento aumentaram, “sobretudo nos dias logo a seguir aos incêndios”. As “espécies ameaçadas” são aquelas que as pessoas mais procuram apadrinhar, conta a médica veterinária.

Os incêndios florestais consumiram este ano mais de 128 mil hectares até 31 de Julho. É a maior área ardida no mesmo período na última década e quase cinco vezes mais do que a média anual dos últimos dez anos.

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Portugal Ultramarathon Beira Baixa conta já com 10 nacionalidades

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Escrito por RCM em 2018-06-22 19:50:36

Portugal Ultramarathon Beira Baixa conta já com 10 nacionalidades

  A IV edição do desafio decorrerá de 26 a 29 de julho de 2018 O desafio que transcende os limites físicos e psicológicos de quem participa nesta aventura continua a ter reflexos além-fronteiras. Nesta IV edição do evento, de 26 a 29 de julho de 2018, estarão presentes atletas de 10 nacionalidades diferentes, sendo 60% estrangeiros. Brasil, Espanha, Luxemburgo, EUA, Argentina, Dinamarca, França, Japão são alguns dos países que compões o leque de participantes da Portugal Ultramarathon Beira Baixa 2018. Este desafio, das maiores distâncias do mundo, atravessa uma natural paisagem, percorrendo concelhos como Penamacor, Idanha-a-Nova, Vila Velha de Rodão, Proença-a-Nova, Oleiros e Castelo Branco, em Portugal. Um percurso com 281 km desenhado por trilhos florestais e pedestres, caminhos rurais e estradas de asfalto, com passagem pelo Geopark Naturtejo, castelos, Aldeias de Xisto e praias fluviais. Um duro desafio físico que os inscritos terão que concluir, guiados por GPS, no máximo em 66 horas. Inspirada na prova estadunidense Bardwater e na brasileira BR135+, a Portugal Ultramarathon relaciona-se pelas condições climatéricas similares, em que alguns locais de prova as temperaturas sobem muito facilmente acima dos 40ºC. Uma viagem de conhecimento do próprio eu e de um território! As inscrições estão a decorrer em http://horizontes.pt/2018/index.php/produto/kit-pt281/ e a participação poderá ser feita de forma individual, em dupla, tripla ou quadra.    

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COMEMORAÇÕES DO DIA DE PORTUGAL NOS EUA

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Escrito por RCM em 2018-06-03 11:33:14

COMEMORAÇÕES DO DIA DE PORTUGAL NOS EUA

PARTICIPAÇÃO DAS ADUFEIRAS DE MONSANTO por convite do Cônsul de Portugal em Newark-Estados Unidos da América, senhor Doutor Pedro Oliveira     Dia 8 Actuação de 20 minutos nas Nações Unidas; Actuação de 15 minutos no New Jersey Performing Arts Center - o principal centro cultural de Nova Jérsia - Primeira cidade e maior centro da comunidade portuguesa nos EUA.   Dia 9 Actuação de 20 minutos em Bethlelem, Pensilvânia; Actuação de 30 minutos no Sport Club Português, Newark   Dia 10 Participação na parada do Dia de Portugal; Actuação de 30 minutos no Festival de Folklore  

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O PRESIDENTE MARCELO DEFENDE NECESSIDADE DE ACORDO ENTRE AUTORES E RÁDIOS QUANTO A MÚSICA

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Escrito por RCM em 2018-05-27 12:18:54

O PRESIDENTE MARCELO DEFENDE NECESSIDADE DE ACORDO ENTRE AUTORES E RÁDIOS QUANTO A MÚSICA

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, defendeu a necessidade de um acordo entre a Sociedade Portuguesa de Autores (SPA e Direitos Conexos) e as rádios, em questão de música, e sobre a importância de uma “comunicação social forte”. Ontem, no encerramento do Congresso da Associação Portuguesa de Radiodifusão, em declarações aos jornalistas, o Chefe de Estado indicou ter participado no evento para dar um “abraço de solidariedade e também a esperança de haver um acordo”. “Se é possível haver um acordo com a SPA em relação a outros autores, tem de haver um acordo em relação aos autores no domínio da música. Sabemos que não há rádio sem música e que pode ser incomportável uma solução sem acordo. E uma a uma, várias rádios começam a ter problemas graves, se as exigências nesse domínio forem também muito pesadas”, disse.  

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MONSANTO VERDE MAIS UM PROJECTO INOVADOR APRESENTADO EM PARIS

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Escrito por CMIN em 2018-05-25 09:33:05

MONSANTO VERDE  MAIS UM PROJECTO INOVADOR APRESENTADO EM PARIS

O Município de Idanha-a-Nova esteve presente, com um stand, no Salão do Imobiliário e do Turismo Português em Paris, representado pelo presidente da autarquia, Armindo Jacinto. Esta presença, entre os dias 18 e 20 de Maio, foi organizada em parceria com o projecto inovador Monsanto Verde, que está a ser desenvolvido por investidores franceses na aldeia histórica de Monsanto e foi lançado oficialmente no salão parisiense. Este empreendimento captou a atenção do jornal francês “Le Figaro”, que destacou a criação de “uma quinta biológica com 40 moradias ecológicas disponíveis em 238 hectares”, num projecto que visa integrar todas as componentes do desenvolvimento sustentável, nomeadamente a economia colaborativa, funcional, societal, circular e ecológica. Em comunhão com a natureza, pretende-se criar um espaço social, ecológico e economicamente responsável que se venha a assumir como o empreendimento de desenvolvimento sustentável mais completo até hoje em Portugal. Mais informações em http://monsantoverde.com/. Durante os dias do Salão do Imobiliário, que contou com a presença da Secretária de Estado do Turismo, Ana Mendes Godinho, o Município de Idanha-a-Nova promoveu a estratégia para o concelho, nas suas diferentes vertentes, divulgando as potencialidades de um território com três selos UNESCO e que é a primeira Bio Região portuguesa. 

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ESTAÇÃO BASE DO SIRESP EM MONSANTO

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Escrito por RCM em 2018-05-22 18:27:51

ESTAÇÃO BASE DO SIRESP EM MONSANTO

Foi hoje concluída a instalação de modernos equipamentos de ligação ao satélite. Mais um compromisso do SIRESP (Sistema Integrado das Redes de Emergência e Segurança de Portugal), no sentido de que as comunicações não irão falhar, e assim ser providenciada uma melhor protecção às populações.  

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