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AS RÁDIOS LOCAIS EM CRISE

Escrito por RCM em 2020-04-09 12:50:29

AS RÁDIOS LOCAIS EM CRISE

AS RÁDIOS LOCAIS EM CRISE

 

É imperiosa a concretização de apoios estatais “cegos” ao sector dos media, numa altura em que os meios de comunicação social foram obrigados a reduzir ou mesmo suspender a actividade devido às medidas de contenção da pandemia que foram decretadas pelo Governo.

 

Essas medidas têm de avançar urgentemente, socorrendo um sector que enfrenta dificuldades sem precedentes, após a queda abrupta, de quase 100%, no investimento publicitário, como é o caso da Rádio Clube de Monsanto, a nossa única fonte financeira.

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COMUNICAÇÃO SOCIAL EM GESTÃO DE SOBREVIVÊNCIA

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Escrito por RCM em 2020-04-16 10:48:01

COMUNICAÇÃO SOCIAL EM GESTÃO DE SOBREVIVÊNCIA

COMUNICAÇÃO SOCIAL EM GESTÃO DE SOBREVIVÊNCIA   ...........Apenas num mês, a pandemia está a infectar, e muito, a comunicação social regional e local. Uma situação de agonia que se agrava a cada dia que passa. Está a ter sérios problemas de sobrevivência por causa do forte impacto da pandemia da Covid-19. As poucas receitas de publicidade escasseiam agora ainda mais, e estão a fazer com que várias emissoras ponderem o seu encerramento a curto prazo. Sabemos que algumas até já suspenderam mesmo as suas emissões. Numa altura em que muita gente só tem acesso a este tipo de informação e companhia, as direcções das rádios locais contam os cêntimos para poderem continuar em antena. E o que se passa com os companheiros dos jornais, a quem manifestamos a nossa solidariedade? O semanário Nordeste, de Bragança, esteve para não sair. Só uma compra de última hora, de duas páginas, pela Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, evitou o pior. "Que fez com que nós pudéssemos manter a impressão do jornal e cumprir os nossos compromissos, pelo menos as próximas duas edições", desabafa Paulo Afonso, director do jornal, que fala numa gestão de sobrevivência que poderá extinguir muitos órgãos de comunicação social no país. "Não é um negócio rentável, que se está a fazer na medida da possibilidade e numa gestão de sobrevivência. Não quero arriscar números mas dezenas de jornais no nosso país, de âmbito regional, julgo que irão desaparecer depois desta crise". Em Bragança, o Mensageiro é o outro semanário. Está registado, como mais 180 publicações portuguesas na AIIC- Associação de Imprensa de Inspiração Cristã. Já fizeram chegar às Câmaras Municipais e Juntas de Freguesia um pedido de "sensibilidade" para ajudarem com publicações das acções que fazem e informações à comunidade "muito importantes neste tempo de Pandemia", salienta o director António Rodrigues que é também vogal da direcção da Associação de Imprensa de Inspiração Cristã. "Uma publicidade institucional de forma a compensar graves perdas de receitas e que possa permitir algum desafogo para que mantenham a sua actividade porque é importante para os cidadãos terem acesso a informação credível e verificada". Os dois semanários são impressos numa gráfica em Braga, pertença do Diário do Minho que imprime cerca de 100 títulos nacionais. Luís Carlos é o responsável e lembra que 15 desses jornais já suspenderam as edições por dificuldades de tesouraria. Também têm reduzido significativamente o número de páginas. Tudo isso está a ter um impacto bastante negativo na comunicação de proximidade". Apenas num mês, a pandemia está a infectar, e muito, a comunicação social regional e local.   Ajude se quiser e puder. O nosso bem-haja a todos os estimados ouvintes e anunciantes. E, sinceros desejos de muita saúde e paz, sobretudo com esperança e confiança em dias melhores, na companhia da família e amigos.  

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MAIS UMA DISTINÇÃO PARA MONSANTO

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Escrito por RCM em 2020-04-15 18:56:44

MAIS UMA DISTINÇÃO PARA MONSANTO

MAIS UMA DISTINÇÃO PARA MONSANTO   A aldeia histórica de Monsanto, no concelho de Idanha-a-Nova, acaba de vencer o Prémio Nacional “Cinco Estrelas” Regiões 2020, pelo terceiro ano consecutivo. Numa votação nacional que envolveu mais de 300 mil participantes, Monsanto foi novamente eleito Ícone de Referência Nacional na categoria de Aldeias e Vilas. Em 2018 e 2019, a denominada ‘Aldeia Mais Portuguesa de Portugal’ já havia conquistado o Prémio Cinco Estrelas, renovando o título nesta terceira edição do concurso. A Câmara Municipal de Idanha-a-Nova expressa, em nota de imprensa que nos foi enviada, a sua satisfação por mais este prémio atribuído a Monsanto e congratula-se com todos os monsantinos, idanhenses, empresários, investidores, agentes culturais e turísticos, visitantes e turistas que orgulhosamente fazem de Monsanto um destino de referência em todo o Mundo. De acordo com a organização, o Prémio Cinco Estrelas Regiões é um sistema de avaliação que identifica, segundo a população portuguesa, o melhor que existe em cada uma das 20 regiões (18 distritos + 2 regiões autónomas) ao nível de recursos naturais, gastronomia, arte e cultura, património e outros ícones regionais de referência nacional; bem como premeia empresas portuguesas que se diferenciam a nível regional. Através de uma votação nacional, que contou com 313 450 participantes, os portugueses identificaram, para cada região, o que consideram Cinco Estrelas a vários níveis. Tendo em conta a actual conjuntura em Portugal e no Mundo, a organização adianta que este ano não se irá realizar a habitual Cerimónia de Entrega dos Prémios.

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REPETIDOR DAS TERMAS DE MONFORTINHO RETOMOU AS EMISSÕES DA RÁDIO CLUBE DE MONSANTO

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Escrito por RCM em 2020-04-11 15:31:54

REPETIDOR DAS TERMAS DE MONFORTINHO RETOMOU AS EMISSÕES DA RÁDIO CLUBE DE MONSANTO

REPETIDOR DAS TERMAS DE MONFORTINHO RETOMOU AS EMISSÕES DA RÁDIO CLUBE DE MONSANTO     Desde o passado dia 6 (segunda-feira) que, por motivos de grave avaria técnica, a estação repetidora da RCM, instalada no cume da serra das Termas de Monfortinho, estava inoperacional.   Só hoje conseguimos proceder à sua reparação (muito dispendiosa) e já está em funcionamento normal e GRATUITO, particular e especialmente para as populações da zona fronteiriça.   (Devido ao mau estado dos acessos, lá fomos, mais uma vez, a pé, deste o Hotel Fonte Santa até ao alto da serra, com os equipamentos às costas…)   A nossa prioridade é manter, enquanto possível, este repetidor no ar, levando até si o melhor da nossa Música Portuguesa e as notícias da região, do país e do mundo.   Queremos contribuir com o nosso redobrado ânimo e o continuado esforço constituindo um estímulo no progredir para um futuro que queremos se tornará tão risonho quanto nós e vós queridos ouvintes acreditarmos nele.   Muitos foram aqueles que, nestes dias, nos telefonaram manifestando a falta da sua rádio preferida. BEM-HAJA pelas palavras de alento e de esperança em dias melhores.   A todos o nosso obrigado, e não levem a mal por aqui deixarmos uma saudação especial para a ouvinte Maria Jose, de setenta anos de idade, e que muito nos agradeceu por sermos a sua companhia diária.   Felizmente que temos por essas terras de Monfortinho muitas e outras boas pessoas como a senhora Maria José…   Os tempos difíceis que presentemente se vivem e os que seguramente se avizinham da mesma faceta, fazem-nos reflectir profundamente, reavaliando a nossa permanência em antena.   Em boa verdade, as dificuldades financeiras, agora agravadas com a pandemia, são mesmo muitas e não sabemos até quando vamos poder resistir.   Apesar desta tragédia que a disseminação do COVID-19 está a ter na vida de todos – os nossos anunciantes e ouvintes em geral, ligados mormente ao sector das rádios locais levam-nos a fazer, embora com redobrados sacrifícios, o dia-a-dia, com a regularidade que nos é peculiar ao longo destes quase 35 anos.   CONTAMOS CONSIGO PARA SEGUIR EM FRENTE.    

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AS RÁDIOS LOCAIS EM CRISE

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Escrito por RCM em 2020-04-09 12:50:29

AS RÁDIOS LOCAIS EM CRISE

AS RÁDIOS LOCAIS EM CRISE   É imperiosa a concretização de apoios estatais “cegos” ao sector dos media, numa altura em que os meios de comunicação social foram obrigados a reduzir ou mesmo suspender a actividade devido às medidas de contenção da pandemia que foram decretadas pelo Governo.   Essas medidas têm de avançar urgentemente, socorrendo um sector que enfrenta dificuldades sem precedentes, após a queda abrupta, de quase 100%, no investimento publicitário, como é o caso da Rádio Clube de Monsanto, a nossa única fonte financeira.

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QUERCUS DIZ QUE AMENDOAIS EM IDANHA SÃO AMEAÇA

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Escrito por Jornal do Fundão em 2020-03-20 15:23:27

QUERCUS DIZ QUE AMENDOAIS EM IDANHA SÃO AMEAÇA

QUERCUS DIZ QUE AMENDOAIS EM IDANHA SÃO AMEAÇA JORNAL DO FUNDÃO – 19/03/2020     A Quercus considera que o projeto de instalação de novo amendoal superintensivo na biorregião de Idanha-a-Nova, em pleno Geoparque Naturtejo e nas proximidades do Parque Natural do Tejo Internacional, ameaça a saúde pública e o ambiente.   “A Quercus exige que o Governo não autorize a instalação de mais um amendoal [em Idanha-a-Nova] e apela a todos os cidadãos e empresas para participarem e contestarem esta nova área no âmbito do processo de avaliação de impacte ambiental que se encontra em consulta publica”, refere, em comunicado, aquela associação ambientalista.   Em causa está um projeto para a instalação de mais de 300 hectares de amendoal superintensivo na propriedade de Vale Serrano, em Idanha-a-Nova, distrito de Castelo Branco, à qual se pretende somar uma área com mais de 2.000 hectares, iniciativa que tem em consulta pública, até ao dia 20 de abril, a Avaliação de Impacte Ambiental.   Os ambientalistas explicam que o projeto em consulta pública prevê gastar 100 mil euros por ano em pesticidas e tratamentos agrotóxicos, e adiantam que só em glifosato está previsto a aplicação de mais de 600 quilos por ano.   “Os pesticidas e fertilizantes utilizados poderão ser lixiviados e arrastados para estes rios e para os aquíferos subterrâneos, aquífero este que apresenta uma vulnerabilidade padrão média a alta à contaminação e uma vulnerabilidade média a alta aos pesticidas. Estes impactes estão identificados no EIA e poderão ter um impacto muito maior e cumulativo com outras áreas adjacentes. O próprio projeto prevê uma área total no futuro de 2.000 hectares na região”, sustentam.   Adiantam ainda que a região de Idanha-a-Nova tem atraído, nos últimos anos, empresas e cidadãos nacionais e estrangeiros que procuram um modelo de desenvolvimento sustentável baseado nos recursos endógenos desta região raiana que tem um património natural e cultural singular, apostando na agricultura e pecuária biológica, na permacultura, no turismo, na organização de eventos e outras atividades sustentáveis.   “A instalação de grandes áreas com estas monoculturas intensivas vem por em causa este modelo de desenvolvimento mais sustentável e os cidadãos e empresas que procuravam esta região classificada e nela fizeram uma aposta de vida e investimentos nesta região”, sublinham.   A Quercus realça que a área de projeto, pela sua grande dimensão, apresenta uma sensibilidade relativamente alta e interfere inevitavelmente com o equilíbrio dos ecossistemas naturais presentes.   “São vários os problemas ambientais que têm vindo a ser relatados devido à instalação destas monoculturas superintensivas e que tem a ver com a contaminação do ar, dos solos e da água, diminuição de biodiversidade e degradação dos solos, entre outros, sobretudo derivados às práticas utilizadas e aos produtos agrotóxicos usados regularmente nos tratamentos”, concluem.

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